Em 2018 foi atribuída à F.P.B. a “Bandeira da
Ética”.
Esta é uma certificação promovida pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ),
através do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED), que reconhece e
certifica, entre outras entidades, clubes e federações que promovam valores
éticos no desporto.
Por isso a “Bandeira da Ética” é um orgulho para a
nossa modalidade e deve ser por todos respeitada e, mais do que isso, é uma
responsabilidade que impende sobre todos os amantes da modalidade sejam dirigentes,
atletas, treinadores, juízes ou público em geral.
Todos têm que ter presente que, sejam quais forem
as circunstâncias, o respeito por todos independentemente da sua origem, cor, sexo,
crença religiosa, habilitações literárias ou outra qualquer característica pessoal
deve ser mantido no âmbito de qualquer jogo/espetáculo desportivo.
É certo que, como recentemente aconteceu, há
incidentes que sendo relevantes no contexto em que se verificam, não podem vir
a confundir-se com a realidade dominante em que, como nunca, há respeito entre
todos os agendes desportivos e destes perante a arbitragem e entidades que
asseguram a normalidade de cada jogo.
O importante é que perante qualquer incidente que ponha em causa os valores da ética e a integridade física de qualquer agente, as entidades competentes atuem, no âmbito da legalidade regulamentar, com celeridade e rigor, manifestando com a sua atuação eficaz a defesa dos valores da inclusão social, promovendo a transformação da sociedade para acolher as diferenças, garantindo a acessibilidade e permanência no desporto como rampa de acesso à plena inclusão social.
O Basquetebol é, e continua a ser, um exemplo de inclusão social que todos os clubes fomentam no seu dia a dia e que nenhum irrefletido comportamento pode por em causa.
VC


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